Memórias...apenas
Sinto-me cada vez mais fraca, cada vez pior. Neste momento muitas foram as lágrimas que já caíram e muitas outras continuam a cair.
Vou perdendo a coragem a pouco e pouco, vai-se desvanecendo toda a minha existência e todo o meu eu.
Nunca te disse, mas gostava que estivesses aqui, agora neste ou noutro momento, gostava de um abraço teu, costumavam fazer-me sentir bem.
Algo tão simples como um abraço...faz tanto por alguém.
Não sei o que se passa comigo, mas, sinto medo, tenho medo do próximo minuto ou mesmo do próximo segundo, tenho medo de mim, tenho medo da vida, tenho medo do Mundo, tenho medo da minha existência, mas não tenho medo da morte.
Tenho medo de coisas boas, tenho medo de amar, tenho medo de confiar, tenho medo de precisar das pessoas, tenho medo...tenho medo de sofrer e no entanto sofro com isso, que raio de pessoa sou eu, qual a razão da minha existência?!
Não quero continuar...tenho medo...sempre que dou um passo em frente, recuo dois...sempre que parece estar tudo bem algo acontece e a minha vida desmorona-se.
Talvez o que estou a escrever não te diga nada, não tenha qualquer importância para ti , mas é normal que assim o seja... isto na realidade não tem qualquer valor.
Letras que ao se juntarem formam palavras que por sua vez formam frases, linhas, parágrafos, textos...palavras vindas de dentro sem que as consiga segurar, saem como flechas cá para fora, algo que não consigo controlar.
Continuo a chorar, lágrimas que caem sem nenhuma razão, lágrimas que caem simplesmente por cair, lágrimas que caem, lágrimas estas que me tornam tão vulnerável como uma criança.
É isso que eu sou é isso que sempre fui, uma criança grande, por vezes indefesa e ingénua, por vezes aventureira e maluca.
Sempre disse que as crianças são o melhor do mundo e que esperava nunca perder a minha, acho que não a perdi...sinto-me mal com isso, mas ao mesmo tempo, sinto-me bem.
Toda a angústia, toda a minha vulnerabilidade, fica fechada neste quarto que poucos conhecem, que poucos dão importância, entre quatro paredes é isso a minha existência, entre quatro paredes estão guardadas as minhas lembranças, as minhas memórias...num espaço tão pequeno, cabem coisas tão grandes como a imensidão do mar e no entanto tão frágeis como uma pequena flor.
São agora 03:00 da manhã, continuo sem sono e sem vontade de dormir, oxalá entrasse num sono eterno e profundo, do qual nunca mais sairia, o qual jamais teria altura ou hora para acabar...um sono eterno para todo o sempre.
Vou perdendo a coragem a pouco e pouco, vai-se desvanecendo toda a minha existência e todo o meu eu.
Nunca te disse, mas gostava que estivesses aqui, agora neste ou noutro momento, gostava de um abraço teu, costumavam fazer-me sentir bem.
Algo tão simples como um abraço...faz tanto por alguém.
Não sei o que se passa comigo, mas, sinto medo, tenho medo do próximo minuto ou mesmo do próximo segundo, tenho medo de mim, tenho medo da vida, tenho medo do Mundo, tenho medo da minha existência, mas não tenho medo da morte.
Tenho medo de coisas boas, tenho medo de amar, tenho medo de confiar, tenho medo de precisar das pessoas, tenho medo...tenho medo de sofrer e no entanto sofro com isso, que raio de pessoa sou eu, qual a razão da minha existência?!
Não quero continuar...tenho medo...sempre que dou um passo em frente, recuo dois...sempre que parece estar tudo bem algo acontece e a minha vida desmorona-se.
Talvez o que estou a escrever não te diga nada, não tenha qualquer importância para ti , mas é normal que assim o seja... isto na realidade não tem qualquer valor.
Letras que ao se juntarem formam palavras que por sua vez formam frases, linhas, parágrafos, textos...palavras vindas de dentro sem que as consiga segurar, saem como flechas cá para fora, algo que não consigo controlar.
Continuo a chorar, lágrimas que caem sem nenhuma razão, lágrimas que caem simplesmente por cair, lágrimas que caem, lágrimas estas que me tornam tão vulnerável como uma criança.
É isso que eu sou é isso que sempre fui, uma criança grande, por vezes indefesa e ingénua, por vezes aventureira e maluca.
Sempre disse que as crianças são o melhor do mundo e que esperava nunca perder a minha, acho que não a perdi...sinto-me mal com isso, mas ao mesmo tempo, sinto-me bem.
Toda a angústia, toda a minha vulnerabilidade, fica fechada neste quarto que poucos conhecem, que poucos dão importância, entre quatro paredes é isso a minha existência, entre quatro paredes estão guardadas as minhas lembranças, as minhas memórias...num espaço tão pequeno, cabem coisas tão grandes como a imensidão do mar e no entanto tão frágeis como uma pequena flor.
São agora 03:00 da manhã, continuo sem sono e sem vontade de dormir, oxalá entrasse num sono eterno e profundo, do qual nunca mais sairia, o qual jamais teria altura ou hora para acabar...um sono eterno para todo o sempre.
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